Notícias 25 julho, 2023
por Redação PerifaCon

PerifaCon 2023: Guia de lançamentos do Beco dos Artistas

Guia com alguns lançamentos do Beco dos Artistas da PerifaCon 2023

 

A 3ª edição da PerifaCon irá acontecer no dia 30 de julho no Centro de Formação da Cidade Tirandentes na Zona Leste de São Paulo.

Entre bate-papos, painéis e shows temos o Beco dos Artistas, o coração do evento, onde os artistas levam seus trabalhos para venderem ao público.

E para vocês ficarem atentos, montamos uma lista de alguns artistas que estarão lançando produtos inéditos no evento.

Confira:

Jéssica Goes (Janis e os Castelos de Areia e 2ª edição do Almanaque Kitembo)

Hoje em dia quem tem criança na família vive um verdadeiro dilema na hora de controlar o uso de smartphones. Mas na hora de registrar os momentos marcantes não tem jeito: a câmera do celular é opção mais prática e tem a vantagem de guardar um número gigante de fotos. O problema é que, com a decadência do bom e velho álbum fotográfico, as lembranças acabam se perdendo no feed das redes sociais.

Eric Baket (Bancarrota)

‘Bancarrota’ narra a história de Carbone, um ghost writer desiludido com a sua profissão. Ao conhecer Alice, uma jovem dançarina, Carbone abre os olhos para os problemas internos e ao seu entorno.

Cândido (Azul Estelar)

Nesta ficção científica espacial de aventura com comentários sócio-políticos, conhecemos a história de Astra: uma mineradora de gelo da raça hostilizada e escravizada dos Azuis, que ao perfurar um grande iceberg desenterra um guerreiro milenar que pode mudar o destino dela e de seu povo.

Saudade (Menozada: Aula Vaga)

Em uma escola na zona sul de São Paulo, cinco alunos do nono ano e uma professora substituta cruzam seus caminhos no último dia de aula. O encontro gera uma conversa que pode moldar a vida de todos eles para sempre.

Caio Os (Killa)

Desde que foi acolhida pela entidade Táfos, a jovem Killa transita entre o Inferno e a Terra caçando demônios a mando dos opressivos Três Reis do submundo. Mas será que algum desses monstros pode ser pior que os que habitam a sua própria mente?

JãoVito (21 porque me sinto péssimo)

Nesse slice-of-life tocante e sucinto, o jovem Bruno vê sua vida suspensa entre dois momentos-chave: a saída de um emprego e um encontro com o pai que nunca o criou.

Caio Zero (Dissociação)

Uma história com elementos de ficção científica que nos leva a discutir a necroinfância e a falta de políticas públicas que visam a proteção da vida da criança (em sua maioria, pretas e indígenas) e o apoio às suas famílias.

Lucas Lima (Banzo)

Um pai solteiro e seu filho, um garoto excluído na escola, tem suas vidas concentradas ao cosmos através de um pingente. Uma trama reflexiva e poética sobre encontrar nosso lugar no mundo em meio ao turbilhão da sobrevivência precária

Wiru (Picumã e Coletânea Bishonen – Qieer Comics)

Picumã: O encontro entre perucas alienígenas espaciais e um grupo de soldados de um quartel militar brasileiro se desenrola numa trama de ficção científica única e irreverente. Abduções, perversão, e o segredo mais cabeludo do universo. Em PICUMÃ, militares irão lidar com suas fobias mais irracionais em- mas será que algum deles será capaz de falar a verdade sobre o que lhes aconteceu?

Bishonen – Qieer Comics:

Bishonen é uma coletânea bem humorada de quadrinhos curtos (tirinhas e one-page comics)produzidos entre 2010 e 2020. São histórias de temática LGBT, com toques de ficção científica e slice-of-life.

Tai (Causos de Visagens para Crianças Maluvidas)

A HQ “Causos de Visagens para Crianças Maluvidas” conta a história de Kauê, uma criança curiosa e teimosa que vai visitar seus avós durante as férias em um vilarejo entre o Amazonas e o Pará. Ele adora escutar as histórias que vó Juracy conta, podendo elas serem de seres encantadores ou assustadores. O que o menino não esperava, era que como toda história na Amazônia, elas teriam um fundo de verdade. Desse modo a HQ contém seis contos que narram esses primeiros encontros do menino Kauê com seres da floresta. A criação da HQ é de TAI (roteiro e cores) e Nil Jorge (arte), e ela foi o primeiro lançamento do coletivo Quadrinistas Indígenas.  

Douglas Docelino (SIMONE)

Essa última edição do quadrinho encerra a busca da Guerreira Simone pela filha, onde terá que enfrentar os Yokais em seu covil que fica na Liberdade.

Felipe Castilho e Tainan Rocha (Quadrinhos: É ou não é Literatura?)

Zine de humor esquisito de Felipe Castilho e Tainan Rocha que responde definitivamente a pergunta que atormenta bilhões de humanos e filólogos em busca de suas poções de imortalidade. Contém quadrinhos, palavras duras e entrevistas, uma delas com o quadrinista e colecionador de quelônios Rafael Calça — que não nos autorizou a publicação, mas fizemos mesmo assim.

Lana Potiguara (Kadu o Pinóquio)

Um menino trans e indígena perdido em seus pensamentos busca o sentido do que é ser “um menino de verdade”, como na clássica história de Pinóquio.

ANEGADOLEITE (Todos os Dias)

Todos os dias é uma HQ escrita por  Érika, conhecida como Anegadoleite, uma artista multidisciplinar guarulhense, que trás em seus trabalhos artísticos representações afro infantis. 

Em sua primeira história em quadrinhos conta a história de duas crianças negras que encontram um colibri muito curioso, elas ensinam ele sobre a ancestralidade que carregam em seus lindos cabelos. 

A história tem o objetivo de representar e empoderar a auto aceitação do cabelo crespo na infância. No desenvolvimento da história encontraremos  elementos da infância, experiência de vida e trabalho da artista. Além disso, os personagens também fazem referências afro-brasileiras e afro indígenas.

Cassiano (Afogados)

A lenda amazonense do Boto ganha profundidade dramática nessa história de aventura, quando a jornada de um filho em busca do pai o leva até direções imprevisíveis e descobertas improváveis.

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